Nosso Administrador Paroquial  

Padre João Aroldo Campanha

 

  • Nas­ci­mento: 16 de abril de 1961

  • Or­de­na­ção: 6 de agosto de 1988

  • Posse em nossa paróquia: 11 de agosto de 2019

 

 

Biografia

 

Padre Frei João Aroldo Campanha nasceu em São Bernardo (SP), no dia 16 de abril de 1961 (58 anos). Foi ordenado no dia 6 de agosto de 1988. De família católica, despertou para a vocação aos 15 anos. Frequentava a Paróquia Santíssima Virgem, na cidade são-bernardense, tendo como pai vocacional o Frei Sebastião Benito Quaglio. Após um período de seis anos de discernimento, Pe. João ingressa no seminário aos 21 anos.

 

Com um ano e meio de sacerdócio, viaja para a Itália com o objetivo de cursar Cristologia. Retornou para o ABC, onde atuou na Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Mauá. Passou por Caçapava, no interior de SP, antes de retornar para Roma, a fim de terminar o doutorado. Permaneceu durante 21 anos como confessor no Vaticano, onde atendia peregrinos de língua portuguesa, espanhola, italiana e inglesa.

 

Volta para o Brasil, com o objetivo de atuar como padre pela Diocese de Santo André. Em 2017, tem rápida passagem pela Paróquia São José Operário e logo depois assume a Paróquia Santa Rita, ambas na cidade andreense. Atualmente é administrador paroquial da Paróquia Santa Teresinha.


 

 

Mensagem do Padre

Quando a sua Excelência me chamou para conversar e falou da Paróquia Santa Teresinha, eu vi isso como uma graça de Deus.

Eu tinha uma tia que era Filha da Caridade. Ela tinha 78 anos quando ela faleceu. Ela faleceu pouco mais de um mês depois da minha ordenação sacerdotal, 31 anos atrás. E foi com ela que eu aprendi e comecei a ser devoto de Santa Teresinha. Eles eram de uma família de lavradores que vinham toda semana na missa e não podiam pagar o jornal católico. Mas passavam todos os domingos na frente de uma casa de um pessoal muito rico e ela viu que eles jogavam no lixo o jornal católico. Um dia, ela pegou o jornal católico. Eles estavam editando a História de uma Alma, a autobiografia de Santa Teresinha. Em várias edições, já tinham ido umas quatro ou cinco... Daí para frente, todo final de semana, voltando da igreja, ela pegava aquele jornal que estava no lixo e lia mais um trecho da história de Santa Teresinha. E ela contava isso para nós, nós éramos pequenos e a cada dois anos ela vinha nos visitar, pois ela morava em Fortaleza e ficava em nossa casa. E ela falava sempre de Santa Teresinha.

Uma das primeiras leituras espirituais que eu fiz depois que eu senti o chamado de Deus quando eu tinha 15 anos foi exatamente a História de uma Alma. Muitas vezes, inúmeras vezes, eu pedi a intercessão de Santa Teresinha, especialmente em momentos em que as coisas pareciam enroladas, que não iam para frente ou que tinham um empenho muito grande. Eu não vejo coisas, não escuto sons, nem sinto cheiro, mas muitas vezes quando eu pedia a graça dela, eu sentia como se tivesse uma pessoa perto de mim. Santa Teresinha prometeu passar o céu dela fazendo o bem na terra. E ela pediu para Deus para na igreja ela ser o amor. Deus me ensinou através de 21 anos como confessor a ter um desejo: na igreja, ser misericórdia.

Esse desejo foi, sem eu ter falado nada, confirmado pelo Papa Francisco. Na antevéspera de eu voltar para o Brasil, fui na Casa Santa Marta, onde ele mora, tinha um refeitório e ele vinha, como todo dia vem, comer lá no refeitório com os outros padres e aí o monsenhor que tinha me levado lá me falou “vai agora e pede para ele uma bênção”. Então, eu falei para ele: “Santidade, eu sou um frade, fui confessor aqui 21 anos e eu vou voltar para o Brasil pedir para ser incardinado na minha diocese”. E o Papa Francisco me disse: “Misericórdia, sem limite! Perdoe tudo!”. Por isso, se eu tivesse que ter um lema em alguma coisa, seria a frase de Jesus. ‘Misericórdia quero, não o sacrifício’ (Mt 9:13). Esse para mim é o Coração de Deus. Na igreja, nesta comunidade, onde a igreja me mandar, eu quero ser misericórdia de Deus, consolação para o seu povo.

E rezem por mim, porque eu sou pecador e fraco. Como dizia essa mesma tia minha, “meu filho, nós não fomos escolhidos porque somos os mais fortes nem os melhores, nós somos escolhidos porque somos os mais fracos, os mais pecadores, os mais frágeis, para que na nossa vida, no nosso trabalho, no nosso ministério, apareça somente a força de Jesus crucificado”. Rezem por mim.

Deus abençoe a comunidade de Santa Rita que me acolheu com tanto carinho durante esse um ano e meio. Eu aprendi a ser devoto de Santa Rita. O Padre Tiago aprendeu a ser devoto de Santa Teresinha. Agora nosso bispo sem saber nos mandou para nossas santas de devoção. Esses são os carinhos de Deus. Então, nosso bispo foi um instrumento de um carinho de Deus para nós.

 

Rezem por nós! Rezem pela nossa diocese, pelo nosso povo, para que nós possamos nesse Brasil tão atormentado ser a luz de Deus, luz de amor, luz de fraternidade, luz de irmandade. Deus nos ajude!

 

E eu agradeço meus pais, deles eu recebi a fé. Lembro quando eu era pequeno, domingo, indo para missa. A primeira lembrança que eu tenho de igreja foi uma festa de Nossa Senhora, eu era muito pequeno no colo de meu pai e era uma coroação de Nossa Senhora, a primeira lembrança religiosa que eu tenho. E essa obra, esse fato de eu ter pedido para voltar do Vaticano, deixar a ordem dos frades e entrar na diocese foi obra da Mãe de Deus. Foi para ela que eu pedi e a Mãe de Deus vai levar até o fim a sua obra.

 

Rezem por nós. Deus abençoe todos vocês!

Pe. João Aroldo Campanha - 11 de agosto de 2019 (Missa de Posse na Paróquia Santa Teresinha)

 

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  • 01/07/1949 a 11/06/1950 - Padre Giuseppe Caruso (Pe. José)

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