Testemunhos  

MARIA INÊS VILELA DE MACEDO

26 de janeiro de 2020

Meu nome é Maria Inês e hoje vou contar o meu testemunho. Frequento o Grupo de Oração de nossa Paróquia Santa Teresinha. Um certo dia, tivemos a visita do pregador Márcio Matos, que contou um pouco sobre sua vida a partir de um testemunho, no qual falava sobre a importância do Rosário. Então aqui começa o meu testemunho...

 

Foram muitos dias rezando o Rosário e quanto mais eu o rezava, maior era o desejo que continuar rezando. Eu pensava em algo maior e queria compartilhar aquele sentimento com todos, foi quando senti no coração que eu deveria chamar outras pessoas para rezarmos na igreja.

 

No começo, foi muito difícil, mas quando chamei minha Irmã Jô, o “sim” foi imediato como o de Maria, como se fosse o Anjo Gabriel falando com Maria.

 

Aí veio a parte de falar com o sacerdote, Pe. Tiago, e ele nos disse: “Se tiver seis pessoas, eu deixo!”. Muitos foram chamados e ainda estão sendo chamados para juntos formarmos o exército de Maria contra o Satanás, pois quando rezamos o Rosário, mandamos rosas para o céu e acorrentamos Satanás.

 

Começaram as batalhas... Fiquei desempregada e doente, mas não desanimei. Mandei vários currículos em várias lojas, mas a que hoje eu trabalho eu não mandei. Uma das lojas na qual eu havia entregado meu currículo entregou o mesmo para a loja em que eu trabalho hoje... Um claro sinal de Nossa Senhora.

 

Hoje estamos completando 1 ano e 1 dia rezando o Rosário na Paróquia Santa Teresinha. Minha gratidão é imensa pela autorização do Pe. Tiago e ao Pe. João por nos acolher. Agradeço a todas as pessoas que rezam o Rosário conosco: Jô, Telma, Lena, Lurdinha, Jane, Sônia, Jotaci e Osanira e muitos que se juntaram a nós.

 

Maria do “sim” me ensina a dizer e viver meu “sim” a Deus!

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WANDERLEI RUFFATO

03 de agosto de 2019

Meu nome é Wanderlei Rufatto e hoje gostaria de compartilhar com vocês a cura da minha esposa Cleide.

Tudo começou com uma gripe, fomos ao médico dois dias consecutivos e sempre fomos orientados a voltar para casa. Como ela apresentou sintomas de pressão e febre alta, voltamos ao hospital e resolveram interná-la no isolamento com suspeita de Influenza-A. Ela ficou por três dias e foi descartada a possibilidade de alguma doença grave. Mas, no mesmo dia, às cinco horas, ela continuava muito mal: com tosse e expelindo sangue resolvemos correr para o hospital onde foi encaminhada para a emergência e, em seguida, foi internada novamente. Foram feitos alguns exames que apontaram que seu pulmão estava bem comprometido – ela estava com pneumonia dupla e, por este motivo, foi para UTI. Os médicos precisaram, durante duas horas, realizar várias manobras para reanimá-la e salvar sua vida. Conversamos com o médico e fomos informados que seu pulmão estava apenas com 35% de oxigenação e que havia ficado rígido, quase parado, havendo a necessidade de entubá-la e, para mantê-la viva, precisaria ficar ligada aos aparelhos. A única chance era esperar que ela reagisse de algum modo. No Primeiro Domingo após a internação, comparecemos a missa e chorávamos muito, muitas pessoas nos abraçando e tentando nos consolar, todas rezando muito e esperando um milagre. Fui aos pés de Santa Teresinha e, desesperado, olhei para os olhos dela que pareciam estar chorando comigo... Várias correntes de oração se formaram pedindo a melhora da Cleide.

O tempo máximo de ficar entubada havia chegado ao fim pois, isso afetaria suas cordas vocais permanentemente. Era necessário, então, fazer uma traqueostomia mas, tal procedimento não era possível pois seu sangue não coagulava. Felizmente, após muitas orações, dois dias depois, os médicos conseguiram realizar o procedimento. Cleide apresentava uma fraqueza muito grande nos pulmões, não conseguia oxigenar normalmente o sangue devido aos inchaços comprimia o coração. Depois de alguns dias o médico nos informou que ela tinha uma condição chamada choque séptico pulmonar: seu sangue já estava com vírus e fungos e a consequência seria que seus órgãos iriam parar aos poucos. O primeiro a parar foi o rim que já estava fraco, então começaram a fazer hemodiálise diariamente. Depois de 12 dias internada, mesmo correndo risco de vida, foi transferida para o Hospital Salvalus. Os médicos nos informaram que sua situação era muito delicada e que eram mínimas suas chances de sobreviver. Mesmo assim, continuamos rezando. Nossa fé aumentava dia após dia.

Os dias passavam e ela não apresentava melhoras: o rim já estava parando e, para reverter esta situação, apenas se um milagre acontecesse. Íamos para a igreja rezar todos os dias, pedindo intercessão de Santa Teresinha e Nossa Senhora. Continuávamos rezando muito a Deus, fizemos muitas promessas e muito jejum. Várias pessoas do Grupo ECC e o Padre Tiago, pediam para que não perdêssemos a fé. Recebi de uma amiga uma rosa e quando cheguei em casa coloquei-a próxima da Bíblia e da imagem de Santa Teresinha e pedi a cura da minha esposa. Todas as pétalas caíram mas não murcharam. Fiquei feliz pois senti que era uma resposta às minhas orações.

Depois de muitos dias na UTI resolveram mandá-la para o quarto para poder ficar junto dos familiares. Ela acordou mas estava triste e chorosa. Os médicos foram diminuindo a medicação e tiraram a ventilação mecânica, visto que seu pulmão havia melhorado, mas ainda sofria muito nas seções de hemodiálise. Sua pressão caía muito e sempre acabava desmaiando. O nervosismo tomava conta dela por causa destes procedimentos. Sentia muito medo, mas aos poucos ia recuperando sua consciência.

Em nossas orações pedíamos muito para Deus fazer milagres, e mandar seus anjos, e Nossa Senhora cobriam-na com teu manto sagrado. Pedíamos intercessão de Santa Teresinha, para que derrubasse suas pétalas sobre ela. Todos, amigos, e familiares rezavam muito. Em outro dia fui chamado pelo médico, o plano era mandar ela para casa num tratamento paliativo, com uma enfermeira, e sendo necessário fazer hemodiálise para o resto da vida. Sua respiração melhorava, dia a dia então tirou a máquina que auxiliava sua respiração, e já consideravam uma alimentação via oral, já que antes se alimentava apenas por sondas. A infecção no sangue já havia sido controlada e estava sem febre e pressão normalizada.

Os rins então tinham melhorado mais 50%. Dois dias depois melhoraram mais 20% e depois de 3 dias os rins funcionaram como se nunca tivessem parado. Foi então que tudo começou a se normalizar, a vida voltava a ela, e ela ficava tranquila, aos poucos voltava a sorrir graças a bênção de Deus Deste modo, ela teve alta do hospital, sem sequelas, sem precisar depender de remédios e com os rins funcionando. A única consequência de tudo isso foi uma leve anemia. Deus a curou, Deus me confortou, confortou meus filhos. E hoje podemos contar essa história sorrindo e agradecendo a Deus, a intercessão de nossa Senhora e de Santa Teresinha.

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JULIETA FERREIRA NASCIMENTO QUEIROZ

18 de novembro de 2018

A paz de Jesus e o amor de Maria!

 

Meu nome é Julieta Ferreira Nascimento Queiroz. Sou casada com Espedito Lopes de Queiroz e completamos 42 anos de casados. Temos 2 filhos, 6 netos e uma família linda. Participamos das Missas e Grupo de Oração aqui em Santa Teresinha graças a acolhida dessa Comunidade. Passamos por muitos momentos alegres e também, por momentos difíceis, porém, disse Jesus: “No mundo tereis aflições, mas, coragem, Eu venci o mundo!”.

 

Somos naturais do estado do Pernambuco, e através do contato na infância com o inseto “barbeiro” meu esposo foi acometido pela doença de chagas que, para a qual, ainda não há cura, mas com o tratamento é controlável. O Problema é que esta enfermidade provocava-lhe falta de ar e dificuldades para dormir. Ele estava cada vez mais debilitado também devido aos problemas de hipertensão e cardiopatia grave, com seu coração “falecendo” aos poucos.

 

Num período de um ano e meio, foram 25 internações e, várias tentativas de encaminhamento para o transplante, que requer todo acompanhamento médico e compatibilidade para que efetivamente aconteça. A cada momento de aflição, sempre pedia a intercessão de Santa Faustina para que ela levasse minhas orações e pedidos até Jesus Misericordioso que, no tempo de Deus, viesse um coração para meu marido. Foi uma noite inteira na mesa de cirurgia. E, Jesus nos atendeu: no dia 22 de fevereiro de 2008 o coração veio e o transplante aconteceu.

 

Agradeço desde a equipe do transplante, a todos os funcionários do Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese, aos parentes, amigos e vizinhos e, principalmente, a Deus: “Obrigado meu Deus, por tudo!”.

 

Estou dando este testemunho para honra e glória do Senhor Jesus Cristo, pois, o mérito é D’Ele.

 

“JESUS, EU CONFIO EM VÓS”.

 

Quero dizer a todos que aguardam por uma doação, que tenham Fé em Deus, pois, no tempo certo, Ele, através do Espírito Santo, intercederá por vocês e, a doação de um coração ou outro órgão, acontecerá. Tenham certeza de que uma nova vida ressurgirá!

 

“Aquilo que parecia impossível. Aquilo que parecia não ter saída. Aquilo que parecia ser minha morte, mas Jesus mudou a minha sorte, sou um milagre, estou aqui!”

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MARIA LÚCIA GOMES DIAS

14 de outubro de 2018

Meu nome é Maria Lúcia Gomes Dias, devota e frequentadora da Paróquia Santa Teresinha. Dentre os vários milagres que já recebi e presenciei pela intercessão de nossa querida santinha, gostaria de contar a graça que eu, meu irmão Sergio e minha cunhada Cecília recebemos quando ela estava grávida pela segunda vez.

Nesta época eles moravam em São Bernardo do Campo e bem no início de sua gravidez, ela se sentiu mal e resolveu ir ao médico, levando consigo alguns exames que tinha feito por conta do pré-natal. Dentre eles, tinha um que, infelizmente, havia dado positivo, o exame de toxoplasmose.

 

Como os sintomas que sentia eram os mesmos provocados pela doença, e também por apresentar sangramento, o médico achou que ela estivesse perdendo o bebê, pois a toxoplasmose costuma provocar aborto espontâneo nos primeiros meses de gravidez. Ele a mandou imediatamente para o hospital e, após um exame mais detalhado, concluiu que não havia perdido a criança.

 

Com a suspeita da doença, minha cunhada foi internada em isolamento no hospital. O exame foi repetido e, infelizmente, a toxoplasmose foi confirmada. Sem saber quando, ao certo, ela havia sido infectada, o médico sugeriu que ela abortasse seu bebê, pois a criança poderia nascer com vários problemas, tais como cegueira, surdez e má formação dos membros. A doença também poderia causar um aborto em estágio mais avançado da gravidez, oferecendo risco à vida da mãe.

 

Mas a Cecília não aceitou! Foi em busca da opinião de outros médicos, inclusive de outras especialidades, como infectologistas e geneticistas. Porém, todos sugeriam a mesma coisa: o aborto. Foi quando indicaram a ela um outro médico, o Dr. Galopi, que depois de ver os exames e examiná-la, já aos 3 meses de gestação, deu a ela três opções.

 

A primeira era mesmo o aborto imediato que, segundo ele, era o mais seguro para a mãe. A segunda era esperar o 5º mês e fazer um exame que retirava líquido do cordão umbilical; porém, este exame poderia causar um aborto espontâneo e a mãe correria riscos. E a terceira opção era continuar com a gestação e entregar nas mãos de Deus.

 

Com muita fé no Senhor, meu irmão e minha cunhada decidiram por esta última opção, entregando a Ele o destino de sua família. Desde aquele dia, quando me informaram de sua decisão, todo domingo eu vinha à Paróquia Santa Teresinha e rezava muito, pedindo a proteção da minha santinha querida sobre minha cunhada e minha sobrinha, e que intercedesse para que tudo desse certo nessa gravidez. Foram os piores e mais tensos meses da minha vida, mas o conforto de ter Santa Teresinha em minhas orações acalentou meu coração; ela é e sempre foi o meu porto seguro!

 

Então, no dia 11 de abril de 1990, nasceu uma linda menina, que recebeu o nome de Bárbara. E, com a graça de Deus, nasceu perfeita! Ela foi crescendo, sempre muito inteligente, alegre e sorridente. Dedicada aos estudos, formou-se em medicina, prestou concurso para a aeronáutica e, hoje, é 2º Tenente Médico da Força Aérea Brasileira.

 

Eu, meu irmão e minha cunhada confiamos e tivemos muita fé em Deus. Sem fé, não chegaríamos a lugar algum! Por isso, sempre agradeço, primeiramente, a Deus e também à Santa Teresinha, que intercedeu por esse milagre.

ERICA DE SOUSA QUEIROZ

28 e 29 de julho de 2018

Meu nome é Erica de Sousa Queiroz. Sou casada com Evandro, desde 16 de dezembro de 2000 e temos um casal de filhos chamados Mateus José e Maria Clara. Nossa história como de muitos, começa com dificuldades na cidade de Mauá. Por causa do trabalho do meu esposo, precisamos nos mudar para o Rio de Janeiro na cidade de Resende e, por isso, começamos a enfrentar, de fato, a vida de casados sem experiência alguma, mas, sempre com fé Naquele que tudo pode. Em 2009, retornamos para São Paulo e logo estabelecemos residência em Santo André e conhecemos a Paróquia Santa Teresinha. Por motivo de trabalho nos mudamos mais uma vez, só que agora, para Alemanha, e nesse período tivemos a confirmação de uma relação já iniciada anteriormente em nossa caminhada juntos: a presença da Mãe Rainha. 

  

Viver em outro continente é uma experiência incrível: a Europa é, sem dúvida alguma, uma dádiva de Deus em todos os sentidos. Mas, nem tudo são flores, pois, existem os espinhos: stress do trabalho, situações na escola e atividades muito simples que tornaram-se um pesadelo. Moramos na Alemanha por três anos e nos momentos difíceis sempre recorremos à intercessão da Mãe e, o mais interessante é que fomos confirmar tudo isso num país que é berço do Protestantismo, mas que foi capaz de receber e conservar uma devoção tão rica. 

  

O Santuário da Mãe Rainha de Schoenstatt localiza-se em uma pequena cidade alemã.  Sempre que podíamos estávamos lá. Ficava mais ou menos a uns 500 km de distância do nosso lar, mas para nós não havia barreiras para encontrar refúgio e o colo da Mãe. Era sempre uma alegria estar naquele lugar. Éramos muito bem acolhidos por uma irmã chamada Isabel e assim nos apegamos e participamos de algumas atividades religiosas. Meu esposo teve um problema de saúde, tendo que passar por uma cirurgia de retirada do apêndice: procedimento simples, mas, em se tratando de outra cultura e outro país, não foi fácil... 

  

Era agosto de 2015 e meus sogros estavam nos visitando. Resolvemos ir até o Santuário para uma visita, como sempre fazíamos, só que desta vez foi muito especial, após ter participado da Santa Missa algo surpreendente aconteceu. Estávamos na casa do Padre fundador Josef Kentenich conhecendo sua história e a irmã nos explicando cada detalhe daquele belo lugar e de repente ela interrompe e olha para mim com um olhar de doçura e me diz: - “Você quer levar a Mãe Peregrina para seu lar?”. Eu imediatamente disse o SIM! Senti uma sensação de alegria muito grande e uma forte emoção. 

  

Passei por várias dificuldades em um país diferente onde a saudade era tanta que não cabia no peito, mas com a Mãe Rainha no meu lar, foi onde conseguimos passar pela tribulação e sempre me senti amparada e acolhida.  

  

Como ensina o Padre Kentenich: Seja você um milagre de Confiança! 

  

Voltamos para o Brasil em outubro de 2016 e passei a frequentar esta paróquia desde então. Sou Catequista e participo da Pastoral da Música onde, por providência divina, com minha família, canto nas missas em louvor à Mãe Rainha. Por isso, que agradeço muito a Deus por ter nos dado uma Mãe que nunca nos abandona mesmo quando pensamos que estamos sozinhos. Obrigada Mãe pela vossa intercessão. 

Mãe Admirável, Mãe Peregrina. Tu que carregas o menino Jesus em teus braços, levai-o a cada lar onde possa reinar o amor, a paz e a união entre as famílias. Amém! 

MARIA ELVIRA BARREIRA

17 e 18 de Março de 2018

Meu nome é Maria Elvira e frequento a Paróquia Santa Teresinha desde sempre. Quero, por meio deste testemunho, mostrar o poder da oração e dos joelhos dobrados diante do Santíssimo. 

 

Minha filha Catarine se casou no dia 15 de outubro de 2016 e sempre falou que queria engravidar assim que se casasse. Logo no primeiro mês após a união, para nossa alegria, ela engravidou! Mas perdeu o bebê... Devido a um forte sangramento, havia necessidade de exames mais detalhados para que fosse confirmado o aborto. Uma agonia enorme tomou conta de mim. Só sabia pedir: "Meu Pai, vai aonde eu não posso ir, toma conta da minha filha. Mãe Santíssima, proteja minha filha com seu manto sagrado".

Infelizmente, os exames constataram que a taxa hormonal realmente tinha caído, e isso queria dizer que não havia mais vida ali. Situação muito triste, mas o pior foi o diagnóstico que a médica deu: gravidez tubária e saco gestacional ainda presente na trompa, ou seja, era necessário fazer a remoção da trompa.

Meu Deus, quanta dor! Que desespero! E tinha que mostrar-me firme diante da minha filha, fingindo que estava tudo bem. Mas assim que ela foi internada, o marido ficou com ela e eu pude sair dali e chorar, pedir, rezar. A agitação do meu coração era tão grande que eu nem consegui voltar dirigindo. Cheguei em casa muito inquieta, sem condições de fazer nada. Lembrei apenas de ligar para meu irmão, que é médico, porque sabia que dele viriam muitas orações.

Fui para a igreja, ajoelhei-me diante do Santíssimo e só pedia para que Ele acalmasse meu coração. E, por alguns momentos, esta foi minha oração: "Jesus, acalma meu coração". Passados alguns minutos, fiquei mais calma e consegui pedir a intercessão de Nossa Senhora: "Mãe Santíssima, interceda junto a Seu Filho, peça para que Ele assuma o comando desta situação. O sonho da minha filha é ser mãe! Se ela tirar uma trompa, estará perdendo 50% desse sonho...". Assim fiquei alguns minutos, pedindo, implorando e até ordenando que Jesus invadisse aquele hospital, interferisse naquela equipe médica e fizesse o que fosse possível.

Não me lembro quanto tempo depois minha filha ligou e disse: "Mãe, passou um médico novinho aqui, conversou comigo, viu os exames e disse que, na opinião dele, eu não deveria fazer aquela cirurgia. Ele vai tentar falar com o coordenador dele para rever o caso". E, pela graça de Deus, aquele jovem médico estava certo! Tratava-se de um cisto na trompa e só precisava de tratamento para extingui-lo. O aborto havia acontecido sim, mas não teria trazido consequências mais graves. O cisto foi diminuindo e sumiu!

Ela precisou esperar alguns meses para poder engravidar novamente, mas quando passou na médica para ser liberada, o Enrico já estava lá! Hoje, meu netinho Enrico completa 3 meses de vida e está sendo batizado nesta igreja, onde dobrei os joelhos e rezei.

Louvado seja Deus! Louvado seja Jesus Cristo!

ROBERTA TURATO

17 e 18 de Fevereiro de 2018

Meu nome é Roberta. Minha família sempre foi muito distante da Igreja. Por vontade própria, fiz a Primeira Eucaristia aos 13 anos e, com 17, fui crismada.

 

Acompanhada de minha sogra, frequentei grupos de oração na Paróquia Nossa Senhora da Candelária, em São Caetano do Sul. Quando casei, meu marido também não tinha o hábito de frequentar a igreja, mas por intermédio de uns amigos e contrariando a vontade dele, fomos convidados a participar do Encontro de Casais com Cristo (ECC) na Paróquia São Judas Tadeu. Depois deste encontro, resolvemos trabalhar nos pós-encontros, nas festas e no Dia do Padroeiro, aumentando, desta forma, a nossa frequência às missas.

 

Depois de uns anos veio a nossa bênção: o Lucas! Continuamos a frequentar a igreja, mas com algumas dificuldades, pois ele era muito pequeno.

 

Um dia, tivemos um problema que nos magoou muito e, infelizmente, decidimos nos afastar de tudo, até mesmo das missas. Meu filho cresceu e era chegado o momento de receber a Primeira Eucaristia. Foi quando minha amiga na época, hoje minha comadre, a Sueli, passou em frente à Paróquia Santa Teresinha e viu uma faixa informando que as inscrições estavam abertas. Sem hesitar, combinamos e colocamos nossas crianças na Catequese.

 

Nessa época, o pároco era o Padre Jorge. Achei ótimo, pois seria de quarta-feira, quando meu filho ficava com minha sogra. Ela o traria e eu me livraria do compromisso, mesmo sabendo que estava fazendo falta participar da comunidade. Doce ilusão, porque começaram as cobranças nas missas e meu filho também tinha dificuldade em entender o que o Padre Jorge dizia (por ele ser estrangeiro), então começamos a frequentar as missas no Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em São Bernardo, perto da minha casa.

 

Com a morte do Padre Jorge e a chegada do Padre Tiago, meu filho quis participar aqui, pois tinha sido convidado para ser coroinha pelas catequistas e pelo próprio padre, e estava muito entusiasmado. Foi quando perguntei a ele se tinha certeza do que queria, pois seria um compromisso. Ele insistiu e deixamos. Com a instituição do Lucas, vieram as escalas e ele deveria chegar sempre com uma antecedência de 30 minutos nas missas em que fosse servir. Meu marido e eu vínhamos com ele e sentávamos no primeiro banco para aguardar a celebração, até que o padre anunciou que estava implantando a Pastoral da Acolhida e os interessados deveriam conversar com ele. No final da missa, demos nossos nomes e iniciamos na pastoral.

 

Hoje sou também catequista, faço parte do ECC e ajudo nas festas da paróquia sempre que posso. Nos fins de semana, estou sempre presente às missas e vejo o quanto isso me fazia falta. Mas se não fosse pela insistência de meu filho, eu não teria voltado a fazer parte de uma comunidade.

DÉBORA APARECIDA DOS ANJOS FERNANDES

14 e 15 de Outubro de 2017

Meu nome é Débora. Eu cresci na Igreja Católica, fui batizada, crismada e fiz minha Primeira Comunhão na Capela Imaculada, pertinho da minha casa. Frequentava a missa aos domingos, mas não era assídua. Os anos se passaram, eu me casei e tive meu filho. Cinco anos depois, me separei e voltei para a casa dos meus pais. Quando isso aconteceu, meu mundo desabou! Para mim, casamento era "até que a morte os separe", como sempre vi em casa, pois meus pais são casados há 43 anos. Isso era casamento para mim, só que comigo foi diferente... E, agora, eu tinha um filho de 5 anos para criar sozinha. Me senti desamparada!

 

Os dias foram passando, eu estava profundamente triste, achando que o mundo me traía e que nada mais tinha sentido. Até que, um dia, chorando muito no trabalho, uma amiga me falou sobre a Umbanda, se eu gostaria de ir com ela na "gira da direita" (como eles chamam) para ter uma orientação espiritual. E eu fui. A partir dali, por cerca de 10 anos, não coloquei mais meus pés dentro da Igreja Católica. Eu era auxiliar de enfermagem na época, depois me formei enfermeira – com muito orgulho! – e fiz uma pós-graduação em Centro Cirúrgico. Porém, não arrumava emprego na minha área e não parava em lugar nenhum. Isso me deixava desesperada, pois não conseguia pagar minhas contas, vivia somente com a pensão do meu filho e meus pais tinham que me sustentar.

 

Certo dia, em setembro de 2016, minha mãe me convidou – toda animada – para participar do Cerco de Jericó, que ia começar na Capela Imaculada. Eu, meio contrariada, fui só para fazer companhia a ela. No primeiro dia, o convidado era o Padre Tiago e eu fiquei muito impressionada com o poder da palavra que Deus dava àquele homem! Prestei atenção em tudo o que ele dizia e parecia que era comigo que Deus falava através dele. As lágrimas, então, rolaram pelo meu rosto, e a imagem dele ficou na minha mente. Daquele dia em diante, algo mudava dentro do meu coração.

 

Cheguei em casa e fui procurar onde era a paróquia do Padre Tiago. Por coincidência, era em Santa Terezinha, de onde minha tia, primas e avó já o conheciam. A primeira vez em que pisei nesta igreja foi em uma missa de sábado e, sem conhecer ninguém, fui chamada para fazer a primeira leitura. Nunca, nem quando fiz primeira comunhão, tinha lido nada lá na frente, e para mim foi mágico! Dali para frente, resolvi que Santa Teresinha faria parte da minha vida, e sou muito grata pelas bênçãos que consegui graças à sua intercessão. Eu, que cheguei aqui desempregada, hoje estou trabalhando em um grande hospital. Tenho muito orgulho da minha profissão, moro sozinha com meu filho e meu cachorro, tenho meu carro, paguei minhas dívidas e voltei a ter dignidade.

 

Graças ao Cerco de Jericó do ano passado, que eu nem queria ir, Deus está de volta à minha vida! Em setembro de 2017 fez um ano que o padre Tiago, com sua palavra abençoada, entrou na minha história e a transformou. Hoje, venho todo domingo à santa missa, e se pudesse viria mais! Presto muita atenção no que sai da boca dele e, com sabedoria, emprego tudo no meu cotidiano. Em toda minha vida, nunca vi um padre que acolhe tão bem os fiéis; que cumprimenta todos, um por um, no final da missa; que sabe e conhece o rosto de cada um; que presta atenção quando um ou outro não vem à missa e, quando retorna, o recebe com um coração gigante. A Paróquia Santa Teresinha tem muita sorte por ter uma pessoa iluminada como pároco, que, com o dom da palavra, consegue trazer para perto pessoas que estavam há dez anos distante, como eu estava.

KEYSE MENEZES CARA

16 e 17 de Setembro de 2017

Meu nome é Keyse, tenho 15 anos e participo das pastorais da Música, Artes e Catequese da Paróquia Santa Teresinha. Gostaria de compartilhar a intercessão de nossa padroeira na minha vida, quando criança.

 

Certa manhã, estava brincando com meu irmão Jordan. Corríamos pela casa, em umas de nossas brincadeiras, e fui me esconder atrás da porta de entrada, esperando o Jordan me encontrar. Foi tudo muito rápido: o vento bateu e a porta fechou, decepando a ponta do meu dedinho. Quando meu irmão viu, chamou minha mãe correndo! Tinha muito sangue na minha mão e mamãe pegou um pano para enfaixá-la. O corte foi tão feio que dava para ver o osso... Eu tinha 5 aninhos na época.

 

Fomos para o Pronto Socorro do Bangu e, ao chegar, meu pai entrou comigo na sala, pois minha mãe não conseguia parar de chorar. Ela foi até a capela que tinha no Posto de Saúde e, lá dentro, encontrou uma imagem de Santa Teresinha. Minha mãe, então, pediu a ela que intercedesse por mim; que não me deixasse sentir dor e pedisse a Jesus que me curasse. Quando mamãe terminou sua oração aos pés de Santa Teresinha, a sala toda tinha cheiro de rosas, apesar de não haver nenhum vaso de flores no local.

 

O médico que me atendeu pediu que voltássemos em casa, tentássemos achar a ponta do meu dedo e, então, que fôssemos à Santa Casa de Santo André, pois somente lá poderiam fazer uma cirurgia. Meu pai encontrou a pontinha, colocou no gelo e nos levou ao hospital. Lá, foi tirado um Raio X, e a batida da porta tinha sido tão forte que cortou até mesmo meu osso.

 

Lembro que o médico perguntou se o Pronto Socorro já tinha me medicado. Ao responder que não, ele questionou se estava com dor, e eu respondi que não sentia dor alguma. O doutor também disse que eu tive muita sorte, pois se tivesse cortado meio centímetro abaixo, teria que amputar a primeira falange do meu dedo. O processo para fazer um implante seria muito doloroso e o melhor a fazer seria deixar cicatrizar... A respeito da minha recuperação, ele disse que, muito provavelmente, minha unha não cresceria mais; que após 15 dias meu dedo já estaria cicatrizado, mas, até lá, eu teria que ir ao hospital todos os dias para fazer curativos e tomar remédio para dor.

 

Dor eu não sentia nenhuma, e o médico se enganou, pois em uma semana meu dedinho já estava fechado. Também não fiquei com nenhuma cicatriz e minha unha cresceu perfeita. A enfermeira que fazia meu curativo todos os dias não conseguia acreditar como aquele ferimento tinha cicatrizado rápido!

 

Acredito que os santos são como carteiros de Deus. Nossas cartas são nossas orações, que eles entregam ao Pai, o único que tem o poder de realizar maravilhas em nossas vidas. A diferença é que os santos, ao entregarem as cartas, pedem em nosso nome, pois já estão na eterna felicidade com o Senhor. Agradeço a Santa Teresinha por ouvir a oração da minha mãe e interceder por mim, pois quando é da vontade de Deus, ela derrama uma chuva de rosas e graças sobre todos nós!

TAMISIE MENEZES CARA

19 e 20 de Agosto de 2017

Meu nome é Tamisie, sou casada e mãe de dois filhos: a Keyse, catequista da pré-catequese, e o Jordan, pré-cerimoniário. Eles também fazem parte dos músicos e dos jovens da paróquia. Mas nem sempre foi assim. Eu nasci e fui criada em outra religião, na qual conheci um Deus que pune, que não perdoa as minhas fraquezas. Lá também aprendi que eu deveria fazer a vontade de Deus a todo custo, caso contrário, Ele me destruiria – a mim e à minha família. E uma das principais "vontades de Deus" era sair para evangelizar de casa em casa. Mesmo quando eu não tinha vontade, quando estava frio, chovendo ou fazendo muito sol, eu tinha que sair para falar sobre Deus. Só que eu não gostava, porque eram coisas ensaiadas, decoradas, que não vinham do coração. E quando eu saia para pregar, as pessoas que iam comigo adoravam bater na porta de um católico. Porque, segundo elas, católico não sabe de nada. Católico não lê a Bíblia. É presa fácil!

 

E assim eu cresci. E vivi. Até certo dia, quando encontrei um católico que não teve medo, teve coragem! E defendeu aquilo em que acreditava. Nesse dia, eu estava com a minha irmã. E essa pessoa falou com tanto amor sobre Deus para nós, que eu acolhi aquela palavra. Ele falou de um Deus que ama, que perdoa, que é bondade infinita. E também falou sobre alguém que é essencial na vida de um católico: Nossa Senhora! Por último, ele disse: "Tem um programa na rádio, às 9h da manhã. Escute que terá uma coisa importante nele para você ouvir". E eu fiquei muito curiosa! No dia seguinte, minha irmã e eu ligamos o rádio. Quando percebemos que era um padre, desligamos na hora! Mas pensamos: "O que será que esse padre quer falar? Acho que não vai fazer mal ouvir só um pouquinho...", e ligamos novamente. Enquanto eu ouvia, parecia que o padre falava tudo o que eu estava sentindo. Parecia que ele estava falando comigo! Foi então que minha irmã disse assim: "Senhor, se isso for verdade, dai-me fé para que eu acredite em tudo o que esse padre está falando". E neste mesmo momento, ele parou tudo o que estava dizendo e falou: "Mulher, você que pede fé: fé é acreditar em Deus! É abandonar-se a Deus". Aquele momento foi crucial na nossa vida!

 

O padre continuou falando e convidou as pessoas para irem ao Santuário Mãe de Deus, como sempre faz, e minha irmã sugeriu que fôssemos até lá para conhecer. Até então, nunca tínhamos entrado numa igreja católica. Fomos a uma missa de quinta-feira, de cura e libertação. Tudo parecia um pouco estranho no começo, mas na oração do Pai-Nosso... Eu caí de joelhos e chorei muito! Porque foi naquele momento que eu descobri que Deus me ama e tem um amor infinito por mim! Eu não conhecia o amor de Deus. Até ouvia falar, mas sentir o que eu senti... Foi algo extraordinário, que me tocou muito. Porque eu vivia numa escuridão, naquele vazio no qual eu tinha que fazer a vontade de Deus, mas nada era feito com amor, e sim por medo. E quando eu senti aquele amor de Deus... Foi algo inexplicável! Só experimentando para saber...

 

Mas eu me sentia dividida entre a religião que eu nasci e este novo amor. Eu sentia que era verdadeiro! Porém, minhas raízes não me permitiam confiar totalmente. Como eu poderia virar as costas para tudo o que aprendi desde pequena, para ingressar nesta nova religião? A minha consciência me dizia que era errado, mas o meu coração falava que não! Foi uma semana de angústia, chorando, pedindo para Deus me dar uma luz. Eu falava: "Senhor, mostre que eu não estou errada, que eu não vou ser destruída, que eu não vou matar minha família". Mas Deus não me respondia... Então, pensei comigo: "Já sei! Vou pedir para Nossa Senhora. Ela não é a mãe dos católicos? Se é mesmo, ela vai me ouvir!". Eu me ajoelhei e pedi a ela que me mostrasse um caminho. E assim que acabei de rezar, ouvi uma voz falando: "Ê, São Tomé! Você tem que ver para crer?". Foi o que ela me disse.

 

E foi naquele dia que eu fiz o que o padre falou: me abandonei em Deus, me abandonei nessa nova fé! Eu me batizei, batizei meus filhos, fiz minha Primeira Comunhão, minha Crisma e casei na Igreja. E hoje estou aqui, dando Catequese. E uma coisa que está no meu coração para dizer a você é: ame a sua Igreja! Porque ela é a única Igreja fundada por Deus, em cima de Pedro. Não abandone a sua Igreja! Pelo contrário: aprenda sobre a Igreja, porque a gente só ama o que a gente conhece. E eu tenho certeza que se você começar a conhecer a sua Igreja, você vai ficar cada vez mais apaixonado por ela. Não abandone a sua fé, defenda a sua fé! Porque se aquele homem não tivesse falado comigo e com a minha irmã, hoje eu não estaria aqui. Eu estaria, ao contrário, tentando tirar você daqui! Então, quando vierem falar com você, fale com eles também. Mas, diferentemente, fale com amor. Porque foi isso que mudou a minha vida: o amor! Porque Deus é amor!

MARIA JOSÉ DE IORIO

24 e 25 de Junho de 2017

Meu nome é Maria José, conhecida como Zezé. Eu frequento a Paróquia Santa Teresinha há mais de 50 anos. Trabalho na Quermesse, sou coordenadora da Equipe da Limpeza, ministra extraordinária da Eucaristia e membro da Pastoral da Acolhida e do Apostolado da Oração. Alcancei uma graça na Missa da Família e é sobre ela o meu testemunho.

 

Eu sou mãe de três filhos e avó de seis netos. Uma de minhas netas foi coroinha na época do padre Jorge, fez Catequese e Crisma na paróquia e sempre foi muito boazinha, mas quando os pais se separaram, ela sentiu muito, pois era muito apegada ao pai. E quando a mãe conheceu o segundo marido, isso mexeu demais com a cabeça dela. Ela não aceitou, ficou com raiva e não falou mais comigo nem com a mãe.

 

Ela passava na rua onde moro e nem olhava na minha cara. Minha própria neta! Aquela menininha que eu não vi nascer (pois ela nasceu no Japão) e só escutava pelo telefone e conhecia por fita - que ainda tenho todas guardadas. O bebezinho para quem eu mesma fiz todo o enxoval, com minhas próprias mãos, e mandei para o outro lado do mundo. Então, eu sempre tive aquele amor por ela, e imagina o quanto era triste vê-la passar e nem olhar para mim... Nossa, não foi fácil! Nós sofremos muito com ela.

 

Ela estava com 16 anos na época e entrou em depressão. Vivia internada, tomava aqueles remédios fortíssimos... Eu pedia muito para que Santa Teresinha intercedesse por ela, e fui até conversar com o padre Jorge sobre essa situação, pois ele gostava muito dela. Sentamos no banco, ele até me fez dar risada... E me falou: "Filha, não esquente não, isso vai passar".

 

Então, quando o padre Tiago chegou, ele começou a celebrar a Missa da Família, toda segunda quinta-feira do mês, às 19h30. E na segunda missa que ele fez da família, eu ajoelhei e pedi muito na hora em que o Santíssimo passou. E o meu pedido foi este: que mudasse o coração da minha neta. Ela não precisava frequentar a minha casa nem nada, mas que aquela raiva dela passasse e que ela voltasse a ter amizade tanto comigo como com a mãe.

 

E quando foi na outra semana, eu estava no portão e ela passou pela minha rua para ir ao mercado. Ela olhou para mim e disse: "Oi, vó". Isso logo na outra semana depois da missa! Eu parei e comecei a chorar, não acreditei! Parecia mentira!

 

Quando foi no outro dia, eu fui à minha filha e minha neta estava lá. Então, eu falei oi... E ela: "Oi, vó". Me abraçou, me beijou e, em seguida, começou a frequentar a minha casa novamente. Graças a Deus, aquela mágoa, aquela coisa ruim que ela tinha, passou! Passou mesmo! Sem dúvidas, foi a Missa da Família que mudou a cabecinha dela. Foi a intercessão de Santa Teresinha e o poder do Santíssimo Sacramento que agiram – e continuam agindo – na vida dela e ajudaram a resgatar a minha relação com a minha neta.

NEUZA MARIA DA SILVA

27 e 28 de Maio de 2017

Meu nome é Neuza e tenho um testemunho sobre o perdão. Vou tentar resumir minha história...

 

Eu sempre fui muito agitada. Certa vez, quando vi uma pessoa tocando violão, fiquei impressionada e disse comigo mesma: "Um dia vou tocar esse negócio!". Na mesma época, meu irmão mais velho comprou um violão para ele e, como meus pais não tinham condições de pagar aulas para mim, eu pegava o instrumento escondido, enquanto ele trabalhava, para tentar aprender sozinha mesmo. Tínhamos muitas brigas porque eu pegava o violão sem pedir... Mas, com isso, aos 15 anos eu já tocava um pouco. Comecei a trabalhar de babá e a limpar a casa de uma senhora, porém ainda não ganhava o suficiente para comprar meu próprio instrumento. Foi só aos 18 anos, quando fui trabalhar em uma fábrica, que consegui ter o meu primeiro violão.

 

Foi nessa idade, também, que comecei a namorar. E fiquei grávida do meu terceiro namorado. Quando dei a notícia a ele, vi tristeza em seu olhar. Não entendi o porquê... Mas, mais tarde, soube que ele estava noivo em Minas Gerais. Ele me deixou aqui, grávida, e casou-se com a outra. Meus pais ficaram comigo em todos os momentos, e até os 4 anos do meu filho, eu ficava praticamente o tempo todo em casa, sem trabalhar. Então, resolvi sair e procurar um emprego. Conheci novas pessoas e comecei a sair com elas. Mas elas bebiam muito... E diziam: "Você não bebe?". Eu falava que não. "Nem uma cervejinha?". Um dia, aceitei: "Tá bom, uma cervejinha...". Dali para frente, passei a beber mais e mais, uma vida muito chata, da qual eu não conseguia sair. Chegava sempre tarde em casa, e perguntava para Deus: "Por que eu estou assim? Cadê o Senhor? Onde o Senhor está???".

 

Fiquei cerca de seis anos nessa vida. Conheci o kardecismo e ia ao centro espírita de vez em quando. Minha irmã, que frequentava o Grupo de Oração da Renovação Carismática Católica, sempre me chamava para ir junto com ela. Um dia, eu fui! No primeiro momento, achei estranho, mas comecei a participar porque gostava das músicas. Eu também ia à missa às vezes, mas não via a hora de ela acabar; a minha ansiedade para sair dali era tanta que me dava até falta de ar.

 

Ainda não tinha sentido a presença de Deus na minha vida... Então, certa vez, estava em casa e resolvi cantar umas músicas religiosas que escutei no Grupo de Oração. De repente, um fogo abrasador tomou conta do meu ser. Parecia que uma fogueira queimava dentro de mim. Indescritível! Senti Deus como nunca tinha sentido antes! Tudo mudou depois disso. A missa passou a ter outro sentido para mim, pois percebi que nela tem tudo: tem o Corpo e o Sangue de Cristo!

 

Enfim, perdoei! Descobri que tudo o que eu fazia de errado era porque tinha que perdoar apenas. Eu nem imaginava que tinha uma falta de perdão tão grande pelo pai do meu filho... Estava dentro do meu inconsciente. Entendi que Deus mandou uma bênção para mim: a bênção era o meu filho! E o pai dele foi usado para me trazer essa bênção. Eu é que não tinha entendido nada... Hoje, meu filho tem 40 anos e é o meu anjo. Maravilhoso!

 

Eu já não frequento mais Grupos de Oração, mas sou muito agradecida por ter frequentado. Aprendi muito e toda a minha bagagem musical vem de lá. Amo tocar para Deus! Toco em missas faz uns 20 anos. Gosto de tocar música popular, mas gosto muito mais é de tocar na missa! Toquei em várias igrejas e, atualmente, toco aqui em Santa Teresinha. Me encantei com a paróquia e com nossa padroeira. Já recebi inúmeras graças pela intercessão de Santa Teresinha junto a Deus.

 

E é isso. Em resumo: o perdão é a chave para vivermos felizes!

CARLOS EDUARDO PEREIRA E NYCOLAS ANZELOTTI

29 e 30 de abril de 2017

Meu nome é Eduardo e venho relatar, juntamente ao meu afilhado, Nycolas, o testemunho de como ocorreu nossa jornada até o momento da Crisma.

 

Em janeiro de 2016, tive o desejo de participar da missa. Eu já estava afastado há algum tempo e senti a necessidade de retomar meu contato com a Paróquia Santa Teresinha, onde eu havia sido batizado, feito a Primeira Eucaristia e também a minha Crisma. No domingo em que resolvi ir à igreja, tive a notícia de que estavam oferecendo catequese para adultos. Isso me fez pensar em participar deste processo de iniciação cristã e, também, de falar a respeito com o Nycolas.

 

Então, tomei a liberdade de conversar com a mãe dele, a Moniza, que ficou muito feliz, assim como toda a sua família, que também participou desta decisão. No dia da inscrição, falei com as catequistas responsáveis, Dona Guiomar e Neuza, pedindo se era possível participar junto com o Nycolas, como forma de incentivo e por ter um interesse pessoal em me atualizar. Eu me ofereci a vir nos primeiros encontros porque ele era muito tímido, então queria ver se isso ia despertar mesmo nele, porque não queria que ele fizesse a catequese só porque eu falei ou porque a família falou. Tinha que sair dele. E, prontamente, meu pedido foi aceito!

 

Após darmos início à catequese, fomos percebendo algumas mudanças significativas. Eu sentia cada vez mais interesse em acompanhá-lo e em aprender junto com ele. E vi despertar nele a fé pela Igreja e a responsabilidade de participar das missas.

 

No dia da Primeira Eucaristia, estávamos tomados de muita emoção. Acrescido a isso, o "sim" do Nycolas estava cada vez mais forte em seu coração! Diante de nossa maior aproximação, resolvemos continuar com a nossa parceria na Catequese de Crisma. Novamente, permanecemos juntos em nossa caminhada de fé, com a ajuda mútua em cada etapa.

 

É impressionante como o Nycolas mudou! Antes, ele era muito quieto, tímido, e a participação nos encontros e atividades da Crisma o deixaram mais perseverante e atuante. Nossa fé aumentou, assim como nossa parceria. Toda essa trajetória me fez enxergar a importância da troca que fizemos ao longo deste processo. Além de termos contribuído um ao outro, o crescimento, o apoio, a sustentação e o fortalecimento na fé em Jesus Cristo foram ganhos indescritíveis.

 

Agradecemos a todos que participaram conosco desta jornada, desde a tomada de decisão até a Missa da Crisma. Esta conclusão, na realidade, é só o início de um novo passo em nossas vidas como cristãos católicos!

ROSÂNGELA VENCATO

25 e 26 de Março de 2017

Meu nome é Rosângela e gostaria de iniciar este testemunho dizendo que sou um milagre vivo. Vou explicar o porquê. No ano de 2000 começa minha história. Eu vendia frutas e legumes nas ruas; acordava às 2h30 da manhã para ir ao CEASA e, às 3h30, já havia voltado para pesar e ensacar os produtos. Em uma dessas madrugadas, comecei a sentir dores horríveis na boca, mas pensei que era pela friagem. Fui ao dentista, abri e fechei o canal do dente diversas vezes, mas nada de a dor passar. Acreditem: fiquei dois anos sem dormir direito! Eu tomava várias medicações, até mesmo sem prescrição, tamanha era minha dor.

 

No final de 2002, fui passar o Ano Novo na praia com minha família e, na véspera, a dor se intensificou. Ao voltar para São Paulo, fui ao clínico geral, que me encaminhou para o otorrino. A doutora fez uma pulsão, que me aliviou de imediato, e me indicou um cirurgião buco-maxilo-facial. Mas como a dor tinha melhorado consideravelmente, não fui ao especialista. Uma semana depois, porém, voltei a sentir fortes dores, e a própria médica, vendo a gravidade do problema, agendou o cirurgião para mim.

 

Minha mãe e minha irmã foram comigo ao especialista. Ele me examinou e disse que eu tinha uma lesão grave, um tumor. Perguntei se era câncer e ele confirmou, ressaltando que a cirurgia já seria no outro dia. Enquanto eu chorava no banheiro, o médico explicava para minha irmã a realidade dos fatos: o câncer já estava na mandíbula, no nariz e no céu da boca, e eu poderia perder um dos olhos, o nariz, a língua e toda a mandíbula na cirurgia.

 

Após a operação, o médico pediu que eu procurasse um oncologista. Nas biópsias, foi constatado que eu tinha um linfoma e que o câncer estava também no meu pescoço, pulmão e medula óssea. Iniciei as quimioterapias no meu aniversário, 18 de março, e alguns dias depois meus cabelos começaram a cair. Foi o pior momento que passei, pois foi aí que me dei conta que estava doente, e as pessoas também me viam assim. Decidi, então, raspar toda a cabeça. A cabeleireira que veio me contou sobre a passagem de Jó, que nunca perdeu sua fé mesmo passando por tantas provações. Isso me confortou muito e, a partir daí, minha fé só aumentou. Recebi muitas orações, inclusive de pessoas que frequentavam outras religiões. Sempre aceitei, pois acredito que todos temos um só objetivo: Deus. Santa Teresinha também esteve presente em todas as minhas aflições. Em meus momentos de angustia, era a ela que eu recorria para interceder junto ao Pai maior.

 

Após cinco anos, a médica me deu alta dizendo que eu estava curada! Já se passaram 14 anos e volto uma vez por ano para fazer exames de rotina. Desde que fiquei sabendo da minha doença, em nenhum momento questionei a Deus, pois sabia que Ele estaria comigo em todas as situações. E, realmente, Ele nunca me desamparou. Hoje não tenho metade do meu nariz – não respiro nem sinto cheiros do lado direito – e também não tenho metade do céu da boca, uso uma prótese. Mas poderia ter sido muito pior, pois iam retirar meu olho, minha língua e todo o meu nariz. Então, digo que sou um milagre, pois passei por tudo isso e fiquei quase sem sequelas!

MARIA DE FÁTIMA NÓBREGA

25 e 26 de Fevereiro de 2017

Meu nome é Maria de Fátima Nóbrega e venho contar meu testemunho sobre a cura do câncer de mama que tive em 2015.

 

No dia 19 de outubro do ano passado, fez um ano que realizei a mamografia que apontou um nódulo no meu seio direito. Na ocasião, lembro que fiquei muito apreensiva pelo resultado do exame. O médico pediu uma biopsia e, nela, foi constatado que eu tinha um tumor maligno.

 

Fui, então, encaminhada para um mastologista-cirurgião. Logo comecei o tratamento com quimioterapia – 24 sessões ao todo, uma por semana. Foram dias, meses de sofrimento, mas nunca deixei de lado minha fé em Deus. Continuei minha caminhada na igreja e com minhas orações diárias.

 

Na Paróquia Santa Teresinha, sempre procurei ficar num lugar específico, longe das pessoas, devido à minha baixa imunidade. Mas não deixei de frequentar as missas. Durante todo o período de tratamento, eu pedia à Renata, então secretária da paróquia, que marcasse intenção não só por minha recuperação, mas também por todas as pessoas que passavam por esses mesmos sofrimentos.

 

Logo após as sessões de quimio, fui encaminhada para a cirurgia da mama. No início, o médico queria fazer a retirada total do seio. Porém, quando viu o resultado dos meus exames, verificou que o nódulo tinha diminuído bastante e, então, foi feita somente a cirurgia do quadrante, isso é, somente onde constava o nódulo.

 

Após a cirurgia, foi avaliado que não constava nenhum resíduo do nódulo e nem raiz. Graças a Deus estava tudo limpinho! Assim, fui encaminhada para a radioterapia – se tudo desse certo, a etapa final do tratamento. Fiz 30 sessões de rádio, todos os dias durante um mês.

 

Ao retornar à médica, fui liberada da rádio e recebi o laudo da avaliação: já estava tudo ótimo comigo!

 

Passei por momentos difíceis, mas sempre pedia a Jesus para ficar comigo. Agradeço a Ele e, também, a Santa Teresinha por essa cura, pois sempre rogava a ela que me ajudasse, e com certeza ela intercedeu por mim junto ao Senhor.

ÉRICA FESTUCCI

28 e 29 de Janeiro de 2017

Meu nome é Érica Festucci, casei com o Eduardo em 1995 e, três anos depois, em setembro de 1998, tivemos nosso filho, o Lucas. Com 2 anos e 7 meses, o Lucas foi diagnosticado com um câncer na rinofaringe, um tipo de tumor raríssimo.

 

Nesse momento nos faltou o chão.

 

Fomos à médica em uma quinta-feira, e ela – Dra. Eliana – disse que tudo teria que ser feito muito rápido, que o tumor era muito agressivo e a primeira quimioterapia já seria na segunda-feira seguinte. Ela nos explicou que seria um ano todo de quimioterapia e 32 aplicações de radioterapia. Falou também que, se em seis meses o tratamento não fizesse efeito e o tumor não regredisse, infelizmente nada mais haveria para ser feito. E disse, ainda, que a radioterapia era muito forte e que, por isso, talvez deixasse graves sequelas; assim, o rosto do Lucas poderia não crescer do lado da aplicação e ficar defeituoso.

 

Naquele momento, aquilo era o que menos nos preocupava, só pensávamos em ter nosso filho vivo. Eu só pedia para Santa Teresinha me amparar. E, antes mesmo do final da consulta, a médica me disse que, acima dela, estava Deus e, se acreditássemos Nele, que rezássemos.

 

Desse momento em diante só intensificamos nossas orações, que já eram constantes. Pedíamos à Santa Teresinha e a Nossa Senhora Aparecida que cuidassem do nosso menino e intercedessem por nós.

 

Na segunda-feira, quando estávamos indo para a primeira quimio, falei para Jesus: "Senhor, que a Tua vontade seja feita. Independente do que eu passe, não permita que meu filho sofra. Eu entrego a vida dele em Tuas mãos". E continuamos rezando, sempre, em todos os momentos.

 

Um ano se passou e no dia 1º de fevereiro de 2002, após os exames de controle, a médica nos disse que ele estava curado! Que o tratamento havia sido um sucesso, muito melhor do que ela esperava.

 

Só consegui chorar! Saímos do consultório e viemos direto para a igreja, agradecer pela vida do nosso filho.

 

Hoje, ele tem 18 anos, é perfeito, saudável e um filho maravilhoso! Agradecemos à Santa Teresinha, que nunca nos desamparou e nos deu força e coragem para continuar, mesmo quando achamos que não conseguiríamos. Agradecemos também a Nossa Senhora Aparecida, que intercedeu junto a seu filho Jesus para que a vida do nosso filho fosse um verdadeiro milagre!

VIVIAN WHITAKER

26 e 27 de Novembro de 2016

Antes de iniciar meu relato, gostaria de deixar minha mais profunda e sincera gratidão e amor a Santa Teresinha, por sempre interceder por mim junto ao Pai, que tanto amo também! Nem se eu vivesse 500 anos poderia agradecer e deixar de testemunhar tantas bênçãos a mim concedidas, a começar pelo meu nascimento.

 

Eu nasci de apenas seis meses. Naquela época, a medicina não tinha tanta tecnologia – nem o sexo do bebê dava para saber antes – e eu, é claro, tive muitas complicações por ser prematura. Fiquei entre a vida e a morte. O médico disse para minha mãe: "As próximas 24 horas serão decisivas. Se ela passar por este dia, vai sobreviver. Mas esteja preparada para o pior...".


Minha mãe, então, se dobrou no chão e pediu calorosamente a Santa Teresinha que me ajudasse a viver. E fez uma promessa a ela: se eu vivesse, na minha Primeira Comunhão me vestiria de Santa Teresinha. Foram 24 h de muito sofrimento, mas aqui estou eu, 35 anos após o fato, para agradecer a Santa Teresinha e a Jesus pela minha vida!


Devido a isso, não poderia deixar de amar esta tão maravilhosa santinha. E assim tenho seguido, com muita fé, amor e gratidão. Ela sempre está tão presente em minha vida, que olha só o que ela fez...


Por volta dos 18 anos de idade, eu vivia pedindo um homem de Deus na minha vida. Um dia, conheci um rapaz e começamos a nos conhecer. Logo nos primeiros dias, eu tive um sonho: sonhei que estávamos nos casando! E estávamos tão felizes... Eu olhava a igreja e os detalhes da cerimônia lá do altar, tudo parecia tão real... Acordei e achei estranho, nem estávamos namorando e já sonhei que estávamos nos casando? Mas deixei para lá.


Alguns dias depois, começamos mesmo a namorar. Passaram-se três anos e, certa vez, no trabalho, fui ver uma revista de famosos que trazia a cantora Simoni na capa; ela tinha se casado e eu queria ver o casamento, pois gostava muito dela na minha infância. Quando abri a revista e vi as fotos da igreja, fiquei pasma: era a igreja que eu tinha visto no meu sonho! Comecei a ler a matéria, ávida para saber o nome daquela igreja, afinal, eu tinha que casar lá, né?! E nem acreditei quando vi: Igreja de Santa Teresinha! Nossa, fiquei muito emocionada!

 

Alguns anos mais tarde, nos casamos lá, é claro, com direito a chuva de rosas e tudo! E quando nosso filho nasceu, ele também foi batizado naquela igreja. Minha maior alegria é que meu marido e meu filho também se tornaram devotos de Santa Teresinha.

 

E, agora, descobrimos esta paróquia de Santa Teresinha aqui, em Santo André, que nos acolheu tão bem e onde podemos vir amar e agradecer a Nossa Senhora, à Santíssima Trindade e a nossa linda Santa Teresinha!

VITOR ROBERTO LIMA

31/10/2016

Meu nome é Vitor, sou coroinha aqui na Paróquia Santa Teresinha e vou contar a minha história, o meu testemunho.

 

Quando tinha 3 anos de idade, fui levado ao Posto de Saúde do Bangu com muita febre e muita dor. O médico me examinou muito rapidamente e receitou um antibiótico. Tomei o remédio por dois dias e tive uma pequena melhora.

 

Nesse período, minha família havia marcado de ir à Aparecida do Norte, como todo ano fazíamos. Chegamos lá de manhãzinha, fizemos compras e fomos lanchar para, então, participar da Santa Missa. Permaneci quietinho durante toda a celebração, até o momento da bênção. Quando foi jogada água benta, comecei a chorar sem parar. Saímos bem rápido de Aparecida em direção à nossa casa, e eu até consegui dormir um pouco. Mas quando estávamos chegando, acordei e voltei a chorar sem parar.

 

Foi só o tempo de deixar as outras crianças que estavam junto conosco e já fomos direto ao hospital. Ao chegar, minha barriguinha e as mãozinhas estavam muito inchadas, e foi constatado que meu diabetes estava muito alto, com a glicemia chegando a quase 500 mg/dl [miligramas por decilitro]!

 

Com a medicação que me deram, o diabetes baixou, mas o inchaço continuava. Fiquei internado e só no outro dia foi constatado que meu apêndice tinha estourado – o exame anterior não constatou nada devido ao antibiótico, que maquiou o problema.

 

A partir daí foi uma corrida contra o tempo! Fui transferido às pressas para o Hospital Mário Covas com quadro de apendicite grave, e muito mal. Chegando lá, fui direto para a cirurgia, pois o apêndice já havia estourado há algum tempo. Enquanto meus familiares aguardavam na sala de espera, a médica chegou com a notícia de que a equipe já havia retirado meio litro de pus e que eles não sabiam se o problema tinha afetado outros órgãos... Então, ela disse: "Vocês acreditam em Deus? Rezem, pois ele não está nada bem. Vamos aguardar".

 

Após a cirurgia, fiquei em coma na UTI por 15 dias. Durante esse tempo, minha madrinha, Anete, rezava muito para que Nossa Senhora Aparecida intercedesse por mim. Os médicos vinham e diziam que eu continuava muito mal, mas minha madrinha continuava com sua fé.

 

Dias se passaram, sem uma melhora sequer. Até que, um belo dia, eu acordei! Os médicos disseram que foi um milagre, porque eles não tinham esperança nenhuma. Mas minha madrinha sempre teve certeza: foi Nossa Senhora Aparecida que pediu a Deus por mim!

 

E, hoje, aqui estou eu: com 10 anos e com muita saúde, servindo a Deus na Paróquia Santa Teresinha! Essa é minha história.

LUIZ GUILHERME BASSACO DE LIMA

28/08/2016

No dia Dia dos Pais de 1999, após o almoço em família, eu, que tinha 5 anos de idade na época, fui brincar de balanço no quintal. Enquanto me balançava, a Paloma (cadela da minha avó) passou correndo e acabou me derrubando. Com o impacto, bati a cabeça no chão. Mas, aparentemente, foi apenas uma queda leve, pois continuei brincando de outras coisas e dormi bem durante a noite. Só que, no dia seguinte, comecei a sentir uma forte dor de cabeça e a passar mal, com tonturas e enjôo. Minha mãe logo se lembrou da queda e resolveu me levar ao hospital.

Quando chegamos, o Dr. Marcos me examinou e achou melhor me deixar internado para observação. No outro dia ele pediu uma tomografia e o resultado indicou que, com a queda, houve o rompimento de alguns vasos sanguíneos, ocasionando um edema grande, que empurrava o cérebro para cima, comprimindo-o contra o crânio. A preocupação dos médicos era que, como o nosso cérebro é separado em duas parte, um lado subisse mais do que o outro e resultasse no rompimento de outros vasos, causando graves sequelas. Para resolver o problema, eu precisaria passar por uma cirurgia na qual o crânio seria aberto, para que o coágulo pudesse ser raspado e os vasos cauterizados.

A operação foi realizada somente no dia seguinte, às 7h da manhã. Foram longas horas de espera – antes, durante e depois do procedimento. Minha mãe rezava, junto com minha família, pedindo que Nossa Senhora intercedesse por mim e que o "Médico dos médicos" guiasse as mãos do cirurgião, Dr. Bonfim, pois era uma cirurgia de risco e muito delicada.

Após cinco longas horas eu saí do centro cirúrgico, desacordado e entubado. Meus pais entraram em desespero, pois nunca imaginaram que um dia me veriam daquela forma. Ao retirar os tubos, os médicos começaram a aplicar morfina para que eu não sentisse dor. Minha mãe perguntou ao doutor como tinha sido a cirurgia e ele disse que tudo passou bem, mas que só poderia ter certeza do resultado quando eu acordasse. Ao todo, levei 33 pontos na cabeça e fique desacordado por três dias, pois o cérebro ainda estava muito inchado. Minha mãe rezou durante todo esse tempo por mim. E, então, como um milagre, eu acordei! Meus pais nem podiam acreditar, lembro-me do sorriso de alegria e alívio quando me viram...

Pela graça de Deus e intercessão de Maria, não ficou nenhuma sequela! Agradeço todos os dias a Deus pela minha saúde e pelo amor da minha família; rezo pelo Dr. Marcos e pelo Dr. Bonfim, para que continuem sempre bons médicos e salvando vidas.

Deus, em sua infinita bondade, concedeu-me uma segunda chance. O Espírito Santo tocou meu coração e, aos 9 anos, chamou-me para servi-Lo como coroinha no altar, uma tarefa que realizo ainda hoje com muito amor, agora como cerimoniário. Esse chamado mudou a minha vida! Desde então, recebo muitas graças e conheci pessoas incríveis, como o Pe. Jorge, que foi um grande amigo, sobretudo quando senti vontade de seguir o sacerdócio. Ele também me concedeu a grande oportunidade de estar próximo do Papa Francisco na JMJ de 2013. Para ele, seremos eternamente seus coroinhas! Agradeço, também, além dos meus pais, à Lucineide, à Neusa e à Leni, que sempre me motivaram no serviço pastoral e na vida paroquial.

Com a chegada do Pe. Tiago, nossa paróquia ficou mais viva; crescemos e nos tornamos uma grande família. Assim como o Pe. Jorge, ele me concedeu uma grande oportunidade: a de acompanha-lo na Missa da Primeira Eucaristia e na entrega da Primeira Comunhão para as crianças. Esse momento me marcou muito, pois lembrei que se não fosse pela graça de Deus eu não teria recebido minha primeira comunhão e não poderia testemunhar de perto esse momento tão bonito.

Agradeço a Deus e a Nossa Senhora por ter saúde para contribuir nos trabalhos de evangelização da Igreja. Não consigo descrever todas as graças recebidas em um único depoimento, mas peço a Deus que ele ascenda em nossos corações esse amor para servi-Lo e que nenhuma dificuldade nos separe, pois os problemas não são maiores que o amor de Deus! Que Ele abençoe toda a comunidade de Santa Teresinha e mantenha essa grande família sempre unida!

MARTA CAPRINO

31/07/2016

Quando acreditamos no poder da oração e temos fé, a graça de Deus acontece em nossa vida! Eu sou prova viva dessa verdade.

 

Em julho de 2014, descobri que estava com câncer de mama. Foi um choque muito grande, porque nunca esperamos por isso. Depois de tudo o que o médico disse que eu passaria, e muito desesperada por ter escutado tanta coisa que iria acontecer comigo, eu, sem chão, fui parar na Catedral do Carmo, no Centro de Santo André, que ficava perto do consultório onde eu estava. Fui ao Santíssimo e ali fiquei; conversei, chorei, pedi, até agradeci e só perguntava o que seria da minha vida agora... Então, rezei: "Eu não sei a resposta para essa pergunta, Espírito Santo, mas uma coisa eu digo: jamais vou perder a minha fé! Por nada e nem ninguém. O que o Senhor quiser comigo, venha, fale... O que o Senhor quiser".

 

Passei, então, a fazer muitos exames; depois, comecei a primeira quimioterapia, no dia 12 de janeiro de 2015. As sessões duravam cerca de 5h a 6h e durante todo o tempo eu ficava com meu terço nas mãos. Eu rezava: "Jesus, é Teu sangue que está entrando no meu corpo para a minha cura", e colocava tudo nas mãos de Deus. Era assim em todas as sessões que fazia (a cada 21 dias) e nunca tive nenhuma reação à quimioterapia – como o médico disse que poderia acontecer.

 

Durante o meu tratamento, sempre pedia para que Jesus me acordasse às 3h, no meio da madrugada, para conversarmos. Não sei como, mas Ele tinha uma maneira de me despertar todos os dias no mesmo horário. Eu ficava ajoelhada pelo tempo que suportava e dizia: "Jesus, o Senhor sabe que não estou bem, então vou ficar o tempo que conseguir. Depois, o Senhor senta comigo na cama?". E tenho certeza que Ele conversava mesmo comigo e que me fortaleceu muito naqueles momentos em que éramos só Deus e eu.

 

Quando acabei as quimios, meu médico esperou que eu estivesse um pouco melhor para fazer a operação. Tirei a mama direita e fiz a reconstituição no mesmo dia, em 18 de setembro de 2015. Mas a cirurgia se complicou um pouco e durou cerca de 7h. No outro dia, pela manhã, meu médico entrou no quarto e disse: "Dona Marta, sua operação... Nós médicos não sabemos dizer o que foi que aconteceu naquela sala de cirurgia, foi coisa de Deus! Achávamos que não teria volta, mas, agora, a senhora está ótima! Já tem alta e pode ir embora".

 

Em fevereiro de 2016, depois de me recuperar da operação, comecei a radioterapia. Fiz 28 sessões e o enfermeiro me dizia que nunca tinha visto ninguém fazer radio e não ter alguma reação na pele. Eu brincava que bateria nele se estivesse fazendo algo de errado, mas ele me respondia: "Dona Marta, lá no fundo do seu coração a senhora sabe quem faz a sua radio, não é?". E eu realmente sabia que era a luz de Jesus, juntamente com a poderosa intercessão da minha Virgem Maria, que nunca me deixaram! Sempre me carregaram no colo, em todos os momentos.

 

A doença mexe com a gente, mexe sim, mas o que mais mexeu comigo foi ficar dentro do quarto, sem poder abraçar as pessoas; não poder conversar, não poder ir aos lugares – nem à missa, já que a nossa imunidade fica baixa e não podemos estar onde tem muita gente (mas, às vezes, eu "fugia" e vinha às celebrações aqui na Paróquia Santa Teresinha mesmo assim). Por isso, no dia 21 de março de 2016, apenas três dias depois de receber alta da radioterapia, já voltei a trabalhar. Sou professora e sentia muita falta das minhas crianças – que amo de paixão!

 

No dia 08 de junho de 2016 fui fazer novos exames, e os especialistas eram os mesmos que me atenderam em 2014. Eles ficaram muito felizes em ver meus resultados e disseram: "A senhora está ótima, não tem mais nada! Como a senhora conseguiu, dona Marta?". Minha resposta veio sem nenhuma dúvida: "Com muita oração! Dobrando os joelhos, tendo muita fé e crendo que Deus tudo pode"!

 

Agradeço muito ao Senhor e a Nossa Senhora por tudo o que fizeram – e ainda fazem – por mim. Estou muito feliz por tanta bênção que recebi e só tenho a agradecer e dobrar ainda mais os meus joelhos! Hoje, estou aqui para mostrar a todos que Deus existe sim, realiza o impossível e só depende de você crer e ter fé; mas não aquela fé que se proclama da boca para fora, e sim a fé que vem lá do fundo do nosso coração, que só o Senhor conhece... Este é o meu testemunho.

DIEGO ARTHUR BARBOSA

25 e 26/06/2016, 13º Domingo do Tempo Comum

Frequento a Paróquia Santa Teresinha desde os 4 anos, mas o mais impressionante é como vim parar aqui. Morava com minha família em Mauá, num quintal com duas casas. Todo dia saía com minha mãe para buscar minha irmã no SESI, aqui no bairro Santa Terezinha. Mas no dia 16 de fevereiro de 1995, seis dias antes de eu completar 3 anos, como o tempo estava ruim, minha tia - que morava nos fundos da nossa casa - sugeriu que eu ficasse com ela.

 

Entre as duas casas, existia uma escada sem corrimão; lá embaixo, tinha um quarto de brinquedos. Por um descuido, o portão ficou aberto. Eu tentei descer, tropecei, caí de cabeça no chão e rachei meu crânio na lateral esquerda, fazendo com que meu olho saltasse para fora. Ao chegar, minha mãe me viu nos braços da minha tia, desesperada, gritando. Ela me tomou em seus braços e saiu correndo! Um vizinho nos levou até o trabalho do meu pai e a nossa peregrinação começou.

 

Passamos em todos os hospitais do ABC, mas nenhum tinha um neurologista. Chegaram a dizer que eu estava morto! Minha mãe perdeu o controle quando a diretora de um hospital disse que ela tinha sido responsável pela morte do próprio filho e, num ato de desespero, agarrou a mulher pelo pescoço e disse: "Se você não fizer nada para salvá-lo, ele morrerá e você morrerá junto com ele!". Então, ela ligou para o Hospital Panamericano, em São Paula; lá havia um neurologista de plantão. Fomos de ambulância e a equipe médica nos recebeu na porta. Os médicos tentavam tirar minha mãe do meu lado, mas era em vão. Deixaram que ela ficasse, porém, por risco de contaminação, não poderia mais sair.

 

Passaram-se dias; médicos e enfermeiros entravam e saíam, dizendo entre si que eu não teria muito tempo de vida. Era noite, véspera do meu aniversário. Um médico de mais idade entrou, aproximou-se e pediu se poderia me examinar. Depois, disse: "Mãezinha, seu filho está em coma. A chance de voltar à vida é quase nenhuma, mas ele tem uma chance e só dependerá de você". Ela disse: "Fale o que devo fazer, dou a minha vida para salvá-lo!". E o médico respondeu: "Você tem fé, mãezinha? Só a sua fé poderá salvá-lo". Dito isso, saiu porta afora. Minha mãe, com umas das mãos sobre meu olho, colocou a outra no bolso e percebeu que existia algo: era a imagem de Santa Teresinha. Naquele momento ela sabia o que fazer! E rezou, suplicando a intercessão dela a Deus pela minha vida; ficou deitada sobre meu corpo, rezando...

 

Por volta das 4h da manhã, eu gritei: "Mãe! Sai de cima de mim, você 'tá' me apertando, quero meu 'tetê', 'tô'com fome!".

 

Ela saiu correndo! Deparou-se com o médico e o enfermeiro de plantão, que disseram: "Sentimos muito, já sabíamos que ele não passaria desta noite". Então, ela gritou: "Ele quer mamar, está com fome! Por favor, arrumem uma mamadeira de leite. O doutor que estava de plantão à noite me mostrou o caminho". O médico não entendeu nada, pois era ele quem estava de plantão naquela noite... Ao olharem para a UTI, lá estava eu, sentado, tirando os aparelhos e repetindo que estava com fome. Paralisados, disseram que só poderia ser um milagre! Entrando, viram que havia uma rosa na vidraça - segundo minha mãe, a mais linda rosa! O médico questionou, pois não era permitido. Minha mãe pegou-a e disse que foi Santa Teresinha, e que ela curaria meu olho.

 

Amanheceu. Sábado, 22 de fevereiro, meu aniversário. Minha mãe disse que eu estava fazendo 3 anos, mas eu disse: "Não, hoje eu nasci de novo, mamãe. Vamos para casa!". Não saímos do hospital naquele dia, pois tínhamos que entregar os documentos de nossa casa como garantia de pagamento, mas no dia seguinte recebi alta. O médico disse que eu estava salvo, porém não enxergaria mais com aquele olho e ficaria com graves sequelas. Minha mãe olhou para o lado e viu na parede um quadro de Santa Teresinha. Nesta hora ela teve certeza que eu me recuperaria!

 

Meu olho foi lavado com a água onde a rosa foi colocada. Em um mês estava no lugar, sem nenhuma cicatriz. Minha mãe estava decidida: iríamos nos mudar para o bairro Santa Terezinha, e isso aconteceu no mesmo ano. Começamos a frequentar as missas, com o então pároco padre Wagner. Ele mal conseguia realizar a celebração sem que eu o atrapalhasse. Um dia me pegou e me levou para o altar, dizendo que eu iria ajudá-lo como coroinha. A partir daí minha história na paróquia foi crescendo. Na época do Pe. Jorge, ajudei os catequistas da Crisma, porém, por motivos pessoais, afastei-me dos trabalhos da igreja, mas continuei frequentando as missas.

 

A Maria Lucineide, a "Lú", nunca deixou que eu me afastasse completamente. O tempo passava e eu me entristecia, pois a cada dia a igreja ia se esvaziando... Com a morte do Pe. Jorge, coloquei tudo nas mãos de Deus, pedindo que mandasse um padre que pudesse trazer a alegria que um dia existiu. Pe. Tiago, foi o enviado! Com a retomada da Crisma, soube que era hora de voltar. Então, por vontade de Deus, conversei com o padre, que sem hesitar me disse para entrar em contato com o coordenador. Hoje, com muita alegria, faço parte dessa pastoral e sei que é aqui que pretendo continuar minha caminhada!

Serei sempre grato a Deus e a Santa Teresinha, que intercedeu por mim. Sei que eu SOU UM MILAGRE!

GRACY KELLY MAGALHÃES ELOI

(30/05/2016)

Tenho uma história de vida na Paróquia Santa Teresinha!

 

Morava no bairro e frequentava com meu marido (na época, namorado) as missas aos domingos. Casamos nesta igreja – então com o Padre Jorge – e, mesmo nos mudando para outro bairro, continuamos frequentando a paróquia.

 

Quatro anos após meu casamento, fiquei grávida, mas foi detectado um problema na minha gestação e o médico sugeriu que eu abortasse meu bebê! Preferimos repetir o exame em outros laboratórios, mesmo tendo que esperar quase uma semana pelos resultados. Foram seis dias angustiantes, ajoelhados em nosso pequeno altar.

 

O primeiro exame teve resultado indeterminado; meu marido, com toda a sua fé, me disse que era um bom sinal, pois ao menos não havia dado positivo. No outro dia, pegamos mais um exame... O resultado: NEGATIVO! Voltei, então, àquele médico que sugeriu o aborto e, simplesmente, disse a ele que Deus era muito maior em minha vida do que a medicina, e que seguiria com minha gestação.

 

Mantive minha fé e devoção em Deus e em Santa Teresinha: foram nove meses de angústia e joelhos dobrados; com muita fé e devoção, íamos às missas e o padre Jorge colocava a mão na minha barriga, dizendo: "o Senhor já curou vocês!".

 

Quando minha filha nasceu, no dia 09 de maio de 2010 (um domingo de Dia das Mães e, também, data do aniversário do meu marido), a emoção me dominou e eu queria ver se estava tudo bem... E ela veio: saudável e PERFEITA, com a graça de Deus!

 

O primeiro lugar que fiz questão de ir, mesmo antes de nossa casa, foi à Paróquia Santa Teresinha, apresentá-la a Deus e a nossa Padroeira. E assim fizemos: tivemos alta do hospital e seguimos para a igreja! Desde então, as graças de Deus e a intercessão de Santa Teresinha em nossas vidas são diárias. Em todos os momentos de aflição e quando me sinto enfraquecida, recorro à nossa santinha para que ela intervenha junto a Jesus, e sempre – sempre! – ela vem em meu socorro. Por isso, propago seu nome a todos que me rodeiam, pois, para mim, a gratidão e o amor estão acima de tudo!

 

Hoje, nossa menina tem 5 anos, frequenta as missas conosco e faz sempre questão de se sentar no primeiro banco, para ver os músicos – que ela adora! – e, também, porque gosta e se sente bem com os ensinamentos do nosso querido Padre Tiago, que realmente veio para mudar a história desta comunidade. Recentemente, ela iniciou a pré-catequese e está muito feliz! Leva os ensinamentos que aprende por lá aos seus amiguinhos, em casa e na escola.

 

Em janeiro, meu marido e eu completamos nossas bodas de 10 anos de casados, aqui nesta mesma paróquia. A renovação dos nossos votos foi outro momento muito emocionante em nossas vidas, em uma linda cerimônia realizada com as bênçãos de Deus por intermédio do Padre Tiago.

 

Obrigada a todos! Esta paróquia é o porto seguro da minha família!

 

Kelly, Erick e Ana Clara Eloi

CARLA FINOCCHIARO

(27/03/2016, Domingo de Páscoa)

Como não testemunhar minha fé em Deus, em Nosso Senhor Jesus Cristo e em Santa Teresinha, depois de tantos milagres em minha vida? Inicio contando o primeiro fato, que ocorreu em 2011:

 

Quando estava desempregada e angustiada, decidi parar e entrar na igreja que estava passando em frente. Infelizmente, a missa já estava acabando, mas mesmo assim decidi ficar e tentar acalmar meu coração, que se encontrava apreensivo... Ao erguer os olhos após minha oração, deparei-me com a imagem da Santa Teresinha, e ao tocá-la senti um calor enorme em minhas mãos. Por medo, quase as tirei... Mas ali as mantive e fiz minha prece. Após dois dias fui chamada a fazer uma entrevista, e a resposta positiva ocorreu no dia 1º de outubro, data em que comemoramos o seu dia!
 

O segundo milagre em minha vida ocorreu com o meu melhor pedacinho: minha filha. Após três meses de gestação, soube que ela teria que passar por um procedimento cirúrgico assim que nascesse, onde teria inúmeros riscos. Como aceitar e entender? Tinha medo de iniciar o enxoval tão desejado e perdê-la... Minha fé e minha devoção ficaram estremecidas, mas neste momento meu irmão me disse: “Por que você sai da sua casa, vai à missa e fica de duas a três horas lá se você não tem fé? Fique na sua casa e não perca seu tempo”. Escutar aquilo doeu muito, mas me fez refletir sobre o fato de quando procurei a igreja Santa Teresinha pela primeira vez...

 

Ao chegar à missa do dia primeiro com minhas quatro rosas (pelos quatro meses de gestação), fui recebida pela senhora Maria José, que as pegou e colocou-as no altar, com muito carinho. Estava em pedaços... Mas senti-me acolhida naquele momento. Então, a cada mês de gestação levava as rosas e fazia questão de sentar na direção dos olhos da imagem de Santa Teresinha. No quinto mês, descobri que havia tido toxoplasmose no início da gravidez, e os riscos de afetar o bebê seriam grandes. Não tinha o que ser feito, somente aguardar e ter fé; foram muitas provações e desafios. No sexto mês, ao abrir os olhos após minha oração, visualizei uma criança no colo de Santa Teresinha e foi a partir daquele dia que iniciei o enxoval. Meu coração dizia: “Vai, filha, vai dar tudo certo!”.

 

Foram meses de muita apreensão, até que chegou o grande dia! Meu marido adentrou a sala de parto com minha santinha, que me acompanhou desde o início. Minha filha veio ao mundo e a cirurgia foi realizada após uma hora de nascida; ela ficou dois dias intubada e, no total, 27 dias na UTI. Foram momentos muito difíceis... Sentia muita dor no corpo e na alma. Mas, mesmo assim, ficava das 10h da manhã às 10h da noite no hospital e rezava no leito da minha princesa a cada visita e, também, ao acordar com meus familiares. Estava vivenciando períodos de dúvida e inquietação, era uma batalha todos os dias. Teve um momento, em especial, que perdi as forças e chorei muito, e ali pedi demais que Santa Teresinha intercedesse pela minha filha junto a Deus.

 

Na visita do meio-dia, adentrei com minha santinha, já esterilizada, e coloquei-a na gavetinha da incubadora, pedindo sua poderosa intercessão junto a Deus. E, então, já na visita das 15h, a médica me chamou para comunicar que a pequena havia apresentando uma grande melhora e que, em breve, iria tirar a sondinha e, assim, poder iniciar a amamentação. Na hora eu disse: “Foi um milagre!”. A médica sorriu, mas eu sabia que ali a minha santinha estava intercedendo.

 

Após dois dias, minha pequena tomou seu primeiro leitinho... Foram 10 ml de leite, combinados a muita alegria e choro de emoção. Com 25 dias de vida tivemos o relato médico: "Sua filha é perfeita, o resultado da toxoplasmose é negativo. A menina dormiu com o inimigo por toda gestação, mas foi ela quem matou o bicho papão". Foi um momento intenso de amor e gratidão a Deus, Jesus e Santa Teresinha que invadiu meu coração... Passaram-se mais dois dias e tivemos a alta hospitalar, um momento de intensa alegria. Estávamos indo para o nosso lar com nosso “pacotinho”, nosso melhor pedacinho!
 

Seu primeiro passeio foi para ser apresentada a Deus, a Jesus e a Santa Teresinha, como ali tinha sido prometido. Ao entrar na paróquia, no finalzinho da missa, o padre Tiago me visualizou e disse: "Um milagre adentra nossa igreja! Vem aqui, mamãe". Foi uma emoção inexplicável... O corpo inteiro trêmulo e um sentimento de amor que invadiu meu ser. Fui apresentar minha pequena no dia certo, pois na igreja o padre falava sobre milagres e, ao término da missa, tocaram a música “Sou um Milagre” - por incrível que pareça, tudo isso sem combinarmos nada!

 

Nossa pequena se tornou o motivo de viver da mamãe e do papai, uma criança saudável e sem nenhuma restrição. Nosso milagre! Nossa gratidão a Deus, a Jesus e a Santa Teresinha, que intercedeu por nós.

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